quinta-feira, 28 de março de 2013

Avião civil é atingido no noroeste da Síria


Um avião civil foi atingido nesta segunda-feira (25) por disparos de baterias antiaéreas quando sobrevoava a região de Idleb no noroeste da Síria, informou o Observatório Sírios dos Direitos Humanos (OSDH).

A organização com sede na Grã-Bretanha, que se baseia em uma rede de militantes e fontes médicas e militares, não soube informar detalhes sobre avião ou se ele caiu.


'Uma fumaça negra surgiu de uma aeronave civil depois de ter sido alvo de baterias antiaéreas ao norte da cidade de Al-Maaret Noomane ,na província de Idleb', disse o OSDH.

O presidente do OSDH, Rami Abdel Rahman, indicou à AFP que testemunhas viram a aeronave descer lentamente, mas não souberam informar se o avião caiu.

Abdel Rahman afirmou que dois aviões civis já tinham sido alvos no passado no leste e no norte por rebeldes, sob suspeita de transportar equipamento militar para o Exército.

'Nós não sabemos se transportava civis ou carregamento militar', declarou Rahman sobre o avião atingido nesta segunda-feira.

Enquanto isso, o Exército retomou o controle de grandes áreas do simbólico bairro de Baba Amr, na cidade de Homs (centro), duas semanas após o ataque rebelde contra esta localidade, palco dos combates mais violentos em 2012.

'Os violentos confrontos entre o Exército e os rebeldes dos últimos dias agora estão se concentrando na periferia de Baba Amr', segundo o OSDH.

A Força Aérea, a principal arma do regime de Bashar al-Assad, lançou nesta segunda contra-ataques em várias regiões por toda a Síria, incluindo Idleb, onde dezenas de pessoas ficaram feridas após o bombardeio da localidade de Kafartkahrim.

Ao menos 68 pessoas morreram nesta segunda-feira - 25 civis, 25 rebeldes e 18 soldados - em bombardeios e combates, de acordo com uma avaliação preliminar do OSDH.

'Achei que íamos pousar no meio do mato', diz passageiro de voo em pane


Piloto liberou máscaras de oxigênio em trajeto entre Salvador e Campinas.

Servidor público relatou pânico de pessoas a bordo ao VC no G1.

Piloto libera máscaras de oxigênio em voo entre Salvador e Campinas

A liberação das máscaras de oxigênio durante um voo da Azul Linhas Aéreascausou pânico entre os passageiros no dia 19 de março. Segundo o servidor público José Carlos Araujo, que enviou foto ao VC no G1, o avião partiu do Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Salvador (BA), com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Após passar Belo Horizonte (MG), o piloto acionou o alerta de atar os cintos e avisou os passageiros de uma 'queda rápida'. "Foram minutos de pânico até que o piloto conseguisse voltar e fazer um pouso de emergência", conta.

José Carlos Araujo trabalha no campus de Piracicaba (SP) da Universidade de São Paulo (USP) voltava de uma viagem de férias na capital baiana com a esposa e irmã e acompanhava pelo monitor da poltrona o trajeto do jato da Embraer com cerca de 120 pessoas a bordo. "Estávamos a 9,6 mil metros de altitude e com velocidade de quase 800 km/h quando o comandante avisou que teríamos uma queda rápida. Em pouco tempo, já estávamos a 2 mil metros de altitude. Achei que íamos pousar no meio do mato", descreve. 

O piloto alternou o voo para o Aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde a aeronave pousou por volta das 16h30. A esposa e a irmã do internauta passaram mal após o pouso e precisaram ser atendidas no posto médico do terminal porque tiveram arritmia cardíaca. Os passageiros foram remanejados para um voo da Trip, que partiu a meia-noite de Confins e chegou em Viracopos na madrugada do dia 20 de março.

Apesar de terem recebido alimentação no período em que ficaram no aeroporto, a família do servidor reclama da falta de detalhes dados pela companhia aérea após o ocorrido. "Não deram nenhuma explicação", reclama.

Nota da Redação: Em nota, a Azul Linhas Aéreas informou que o voo 4065, que fazia o trajeto entre Salvador e Campinas no dia 19 de março, teve que alternar sua rota para o aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, por causa de problemas técnicos. A companhia aérea afirma que os passageiros receberam todo o auxílio necessário e foram reacomodados em outros voos da companhia e de empresas parceiras.

A Azul também lamentou os transtornos causados aos clientes, mas ressaltou que ações como essa são necessárias para conferir a segurança de suas operações.

Avião bimotor faz pouso de emergência em Fonte Boa, no AM


Aterrissagem ocorreu na tarde desta segunda (25).

Não houve registro de feridos no incidente.


Um avião bimotor Beech 95-B55 Baron, prefixo PT-KIL, precisou fazer um pouso de emergência na cidade de Fonte Boa, a 678 Km de Manaus, no Amazonas. A aterrissagem ocorreu por volta das 11h30 desta segunda-feira (25). Nenhum dos dois tripulantes ficou ferido.

O bimotor havia saído de Manaus com destino aos municípios de Fonte Boa e Tonantins, a 865 Km da capital do Amazonas.

O piloto e copiloto não quiseram gravar entrevista, mas afirmaram em depoimento à polícia que a aeronave apresentou um problema no trem de pouso. O avião, segundo depoimentos dos passageiros, transportava dinheiro para os dois municípios amazonenses.

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Zumbis atacam helicóptero em pôsteres de Guerra Mundial Z


VALE A PENA VER AS IMAGENS



A Paramount Pictures divulgou dois novos pôsteres de “Gerra Mundial Z”, os primeiros a trazer os zumbis prometidos pela trama. E os mostra de forma nunca antes vista em filmes de terror, como uma onda morta-viva, formada por zumbis empilhados que se projetam aos céus até alcançarem um helicóptero.

Tratada como o início de uma franquia em potencial, a história de zumbis estrelada por Brad Pitt se revelou um terror de verdade. O filme passou por sete semanas de refilmagens após o final de sua produção, e teve seu final reescrito por um novo roteirista.

Originalmente programado para 21 de junho de 2012, o filme dirigido por Marc Forster (“007 – Quantum of Solace”) vai estrear no mesmo dia e mês, só que um ano depois – 21 de junho de 2013.


Helicóptero com três tripulantes cai na Bacia de Campos, no RJ


Acidente foi na manhã desta quarta-feira (27) em Macaé.

Tripulantes conseguiram se salvar com bote salva-vidas.

Localização da Plataforma P-7 na Bacia de Campos

O Sindipetro-NF confirmou a queda de um helicóptero na Bacia de Campos, na cidade de Macaé, no Norte Fluminense. Segundo informações do sindicato, o acidente foi na manhã desta quarta-feira (27) próximo da Plataforma P-7. A aeronave da empresa de táxi aéreo Líder Aviação estava com três tripulantes e todos conseguiram acionar o bote salva-vidas e se salvar.

O helicóptero cargueiro chegou a acionar o flutuador e boiou na superfície, mas emborcou e afundou em seguida. Segundo a Líder, o acidente com a aeronave Bell 412, prefixo PT-HUW foi por volta das 10h40. 

Os dois tripulantes e um auxiliar de apoio operacional, que estavam a bordo, foram socorridos do bote por trabalhadores da P-7 e levados de volta para a plataforma. O estado de saúde dos tripulantes ainda não foi divulgado. Sobre o que poderia ter causado a queda, o Sindipetro informou que será preciso concluir as investigações.

Segundo o diretor de comunicação do Sindipetro, Marcos Breda, o órgão vai participar da investigação sobre o caso e espera uma medida para evitar novos acidentes. “O sindicato tem o direito de participar das comissões de investigação dos acidentes graves e fatais da Petrobras, a gente conseguiu isso desde a época do acidente da P-36.

O sindicato, há alguns anos, já vem denunciando problemas sobre estrutura aérea na Bacia de Campos. O último acidente com mortes na Bacia de Campos foi em setembro de 2011, na área de Macaé. De lá pra cá tivemos outras ocorrências, mas sem mortes e sempre debatemos isso com a Petrobras”, disse Breda em entrevista ao G1.

A equipe do G1 tentou contato com a assessoria da Petrobras, por telefone, mas até às 13h45 não conseguiu resposta. A empresa informou que vai se pronunciar por e-mail através de uma nota. A empresa Líder Aviação, responsável pela aeronave, disse já estar tomando as medidas necessárias.

“A aeronave realizou um pouso controlado na água, próximo à plataforma P-7 da Petrobras. Os três ocupantes da aeronave foram imediatamente resgatados e passam bem. O cargueiro da Petrobras, com os técnicos da Líder, já estão providenciando a retirada da aeronave e carga geral. Todas as medidas de averiguação estão em andamento e todos os órgãos competentes foram acionados. Reiteramos que todos os procedimentos de segurança, manutenção e treinamento encontram-se em dia e foram utilizados adequadamente”, disse a nota enviada pela assessoria de imprensa da Líder.

Plataforma P-7 da Petrobras

Às 14h e às 14h18, a assessoria da Petrobras entrou em contato com o G1 e informou que na verdade o helicóptero não caiu e sim fez um pouso controlado. A Petrobras disse ainda que a aeronave não está emborcada e está estabilizada no mar. A empresa ainda enviará uma nota com mais informações sobre o acidente.

Por outro lado, a assessoria da Líder Aviação, confirmou que a aeronave está emborcada e com a cabeça para baixo.

“A aeronave não caiu. O comandante controlou o pouso, acionando, intencionalmente, os flutuadores, como procedimento padrão previsto em manual da aeronave. O motivo real que levou o acionamento do procedimento será avaliado após o resgate da mesma. Após a aeronave flutuar na água, ela emborcou e está flutuando emborcada (cabeça para baixo), mas suportada pelos flutuadores . A aeronave será retirada ainda hoje para que as devidas investigações sejam realizadas”, disse a assessoria da Líder Aviação.

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Nota da Petrobras sobre acidente com helicóptero na Bacia de Campos



A Petrobras informa que, na manhã desta quarta-feira (27/3), um helicóptero modelo BELL 412, cargueiro, da empresa Líder Táxi Aéreo, prefixo PT-HUW, realizou pouso controlado no mar, na Bacia de Campos, a cerca de 100 km da costa. A aeronave, que decolou do FPSO Cidade do Rio de Janeiro, se deslocava para a plataforma P-7, localizada no campo de Bicudo. O helicóptero permanece na superfície do mar, por meio do seu sistema de flutuadores.

Os três tripulantes da aeronave foram levados para a plataforma P-7, passam bem e aguardam desembarque. A Petrobras informou o incidente à ANP, Marinha e Aeronáutica. Será instaurada uma comissão para investigar as causas da ocorrência.

Promotoria pede que prefeitura expulse urubus do aeroporto de São Luís


Vista do Aeroporto Internacional Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís, no Maranhão

Os incidentes com urubus no entorno do aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís, levaram o MPF (Ministério Público Federal) no Maranhão a ingressar com uma ação civil pública contra o município para reduzir o risco de acidentes aéreos ocasionados por colisão entre aviões e as aves.

Segundo o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), em 2012, São Luís registrou 16 casos de colisões com aves, o que representa 1% do total registrado no país no ano passado --o todo foram 1.668 ocorrências.

A média de colisões na capital maranhense foi de 4,4 para cada 10 mil decolagens e aterrissagens. A média é a 16ª entre os aeroportos das capitais, que tem liderança de Teresina (média de 26,8 por 100 mil), seguida por Porto Alegre (10,8 por 10 mil) e Campo Grande (8,6 por 10 mil).

O último caso em São Luís ocorreu no dia 21 de fevereiro, quando um avião da TAM, com pelo menos cem passageiros e que deixava a capital maranhense com destino a Brasília, teve de voltar ao aeroporto após uma das turbinas ser atingida por um urubu.

Os passageiros tiveram de ser encaminhados a um hotel na capital maranhense, para embarque horas posterior.

Na ação, o MPF alega que a Infraero identificou "pontos atrativos de aves", especialmente urubus, na área de segurança aeroportuária. No entorno do aeroporto, há depósitos irregulares de lixo, granjas e matadouros.

Segundo o MPF, uma atuação municipal insuficiente, o que seria responsável pela multiplicação dos pontos atrativos de pássaros.

A ação pede a concessão de uma liminar para que a prefeitura faça, de imediato, a remoção de resíduos sólidos depositados nos pontos indicados pelo levantamento e adote medidas para evitar que depósitos de lixos irregulares existam e haja fiscalização dos empreendimentos situados na área de segurança.

Problema "complicado"

Segundo o secretário de Obras e Serviços Públicos de São Luís, José Silveira Souza, a prefeitura não tem como resolver o problema por ser causado por estabelecimentos privados.

Ainda segundo Souza, a Infraero seria a principal responsável pelos problemas.

"O problema do entorno do aeroporto é o muro da Infraero, que foi derrubado, e a população entra e joga a sujeira. Não tenho condições de fazer essa limpeza, pois o contrato de limpeza urbana não é para área privada. Até um cadáver já foi encontrado nessa área", disse.

O secretário afirmou que, pelo buraco aberto, não há como entrar um caminhão de lixo, o que também impossibilita a limpeza do local.

"Pelo local, só entra uma pessoa, é impossível fazer esse recolhimento. A população leva o lixo e joga lá, e eu fico em uma situação muito complicada. Sugiro que a Infraero mande fechar o muro, pois não temos como entrar em área privada", afirmou.

Souza ainda alegou que não tem como impedir que estabelecimentos privados sejam retirados das proximidades do aeroporto.

"A ação fala em granja, em um frigorífico no entorno. É outra situação complicada, pois é um ambiente fechado. Agora, a parte fora do aeroporto, nós estamos mantendo uma regularidade de limpeza. Fico de mãos atadas, pois esses locais tem suas autorizações de funcionamento. Se vai questionar as razões que levaram à autorização é outra história", disse o secretário.

Problema resolvido

Em nota encaminhada ao UOL, a Infraero informou que não há mais sujeira no terreno do aeroporto.

"O fato ocorria quando não havia coleta regular de lixo. A própria prefeitura então implementou ações como a pavimentação de ruas próximas ao muro patrimonial e a efetivação da coleta sistemática e regular na região. A Infraero realiza o monitoramento constante dessas áreas para verificar a limpeza e conservação do local", informou a estatal que administra os aeroportos do país.

Sobre o problema dos urubus ameaçando voos, a Infraero disse que mantém, em todos os 63 aeroportos brasileiros administrados pela empresa, uma série de ações para tentar minimizar a incidência de aves.

"A empresa possui um programa denominado 'Gestão do Perigo da Fauna Aeroportuária', que estabelece os procedimentos a serem executados para o gerenciamento da fauna dentro da área do aeroporto. O programa é realizado de acordo com a situação de cada localidade, já que as características únicas devem ser levadas em consideração, como, por exemplo, a existência de área de proteção ambiental."

Segundo a Infraero, a presença de aves é influenciada por fatores externos ao aeroporto, como nos lixões no entorno. "Nesse sentido, além da educação ambiental, a Infraero também realiza tratativas com os órgãos municipais responsáveis pela identificação e retirada desses focos", informou a empresa estatal.

Veja a situação dos dez maiores aeroportos brasileiros

Aeronáutica investiga causas de acidente de avião agrícola em MT


Equipe do Serviço de Investigação foi até o local colher dados do acidente.

Piloto da aeronave ficou gravemente ferido após queda e está na UTI.


Uma equipe do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-6), órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB), já começou a investigar a queda de uma aeronave na terça-feira (26), em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. Eles foram até o local do acidente para colher informações que devem embasar a investigação sobre as circunstâncias da queda. Os técnicos chegaram nesta quarta-feira (27) à comunidade rural Barreiro, onde encontram-se os destroços do avião, e devem retornar à Brasília nesta quinta-feira (28).

Após a coleta de dados, a investigação deve ficar sob a responsabilidade do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a quem caberá descobrir os fatores que contribuíram para a queda. Segundo a FAB, ao final dos trabalhos, será emitido um relatório apontando a causa. No entanto, o laudo pode demorar até dois anos para ser concluído.

No acidente, o piloto de 24 anos ficou gravemente ferido e está internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Sorriso. O paciente aguarda transferência para uma unidade de saúde de Cuiabá, com especialidade em neurocirurgia, já que sofreu traumatismo craniano, mas até as 9h (horário de Mato Grosso) desta quinta-feira ainda não havia sido transferido.

A assessoria do Hospital Regional informou que o paciente passou por uma cirurgia na face por ter fraturado um dos ossos no acidente. Após a liberação da vaga, ele deverá ser removido em uma UTI aérea, já solicitada pelo hospital onde encontra-se internado.


A aeronave fazia a pulverização de agrotóxicos em uma plantação quando caiu, segundo o Corpo de Bombeiros que atendeu a ocorrência. O avião ficou destruído com o impacto da colisão e, na avaliação dos bombeiros, o estado de saúde da vítima se agravou por ter inalado o produto usado na pulverização. Por isso, deverá passar um procedimento de desintoxicação.

Após o acidente, o piloto foi socorrido por funcionários da propriedade rural e levado às pressas em uma caminhonete pela BR-163 até o hospital de Sorriso.

Diminui o número de cidades que recebem voos comerciais




Fonte: Bom Dia Brasil (TV Globo)
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